Ulisses Correia e Silva teceu as considerações à imprensa após presidir à abertura da oitava edição do evento, na praia da Laginha.
O chefe do executivo mencionou as várias áreas contempladas pela Semana dos Oceanos de Cabo Verde, desde a pesca, a gestão das zonas costeiras, a economia circular, a criação de pequenos negócios, o turismo sustentável e várias outras.
Daí, a importância, segundo a mesma fonte, de se continuar a investir no evento, do qual todos os anos ficam recomendações, trocas de experiências, contactos e a abertura para se saber o que de melhor se faz também noutras partes do mundo.
Indo mais longe, o primeiro-ministro considerou que a CVOW é “um grande mentor, promotor e impulsionador” da economia azul, tanto dentro como fora.
E para comprovar, apontou a oportunidade que Cabo Verde teve de trazer, para a edição de 2024, o secretário-geral das Nações Unidas.
O facto de António Guterres ter vindo, associado ao Ocean Race, criou “um nível de notoriedade muito grande relativamente ao interesse por Cabo Verde, à acção climática, à acção ambiental e, ainda, à questão da preservação e conservação da biodiversidade, da economia azul e do turismo nacional”.
A abertura da Cabo Verde Ocean Week contou ainda com a intervenção do ministro do Mar, Jorge Santos, que passando revista ao programa, disse que este foi pensado para que todos possam, ao longo destes dias, “navegar sobre o vasto e promissor oceano de ideias, de inovação e da cooperação”.
O governante augurou que esta semana seja, também, momento de compromisso e acções concretas em defesa do “maior património cabo-verdiano”, o mar.

