Num comunicado, o ministério lembra que, apesar de esta ser uma prática frequentemente utilizada nesta época do ano, as queimadas têm consequências negativas para o solo e para o ambiente.
Segundo a tutela, o recurso ao fogo destrói a matéria orgânica do solo, reduz a sua fertilidade, acelera os processos de erosão e afeta a biodiversidade.
Além disso, pode dar origem a incêndios de grandes dimensões, colocando em risco pessoas, bens e os ecossistemas.
O ministério sublinha que a proteção do solo é fundamental para assegurar boas colheitas e preservar a capacidade produtiva das terras agrícolas no futuro.
Neste sentido, apela aos agricultores para que optem por métodos alternativos de limpeza dos terrenos e evitem o uso do fogo, contribuindo para uma campanha agrícola mais segura, produtiva e ambientalmente sustentável.
